O segmento de pescados, tradicional na pauta exportadora cearense, registrou um crescimento de 199,4% no ano passado.
 
Esse valor garantiu ao Ceará o posto de estado que mais exporta pescados do Brasil, principalmente por conta de uma sofisticada iguaria: as lagostas (a.k.a seafood royalty).
 
Mas nem sempre foi assim.
 
No início do século XVI, os primeiros peregrinos da América do Norte começaram o movimento de urbanização em torno das baías.
 
Nessa época, os oceanos estavam - literalmente - abarrotados de lagostas, num nível de acessibilidade que tornou habitual o consumo da carne nas três principais refeições do dia.
 
Por isso, os pobres animais receberam o apelido de “baratas do mar”, e passaram também a serem utilizadas como fertilizantes e iscas para peixe.
 
Em meados de 1800, com a ajuda do Comex, das novas ferrovias e do boom dos alimentos industrializados, a América Central provou, gostou e quis mais.
 
O mundo inteiro concordou e a lago$ta foi elevada aos níveis de apreciação atuais!
 
Thanks again, Comex!

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